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  • Baixe o aúdio “Junho Negro pela Liberdade de Rafael Braga”

    Baixe o aúdio “Junho Negro pela Liberdade de Rafael Braga”

    NÃO QUEREMOS PRISÕES MAIORES, QUEREMOS PRISÕES VAZIAS!!

    No dia 04  de Junho de 2017 a Rádio Cordel Anarquista somou com as diversas atividades programadas para o mês de junho em todo o bra$il e em várias partes do mundo, que estão lutando em prol da liberdade para Rafael Braga Vieira, mês esse em que completa 04 anos de sua prisão, preso durante as Revoltas de Junho de 2013.

    Foi realizado um programa AO VIVO na Rádio Cordel Anarquista, e que contou com a participação de Rafael Ferreira da Campanha Pela Liberdade de Rafael Braga Vieira do RJ, com um integrante da Biblioteca Libertária Max Well Ferreira de Belém/PA, e também com relatos de coletivos de Fortaleza/CE e Feira de Santana/BA e que estão promovendo atividades em solidariedade a essa luta.

    Quer saber mais sobre o caso de Rafael Braga e se aprofundar na luta anti-carcerária?

    Então precisa escutar esse programa!!!

    Para baixar CLIQUE AQUI

  • 04/06-Domingo-Junho Negro pela Liberdade de Rafael Braga AO VIVO

    04/06-Domingo-Junho Negro pela Liberdade de Rafael Braga AO VIVO

    Para muitxs que participaram das Revoltas de Junho de 2013 tudo que aconteceu ficará somente na memória, mas para Rafael Braga Vieira essa época ficará marcada em seu corpo, sua mente e sua história. Desde esse período Rafael foi sequestrado pelo E$tado, sendo condenado a prisão, e a inúmeras humilhações, tudo isso por portar consigo um produto de limpeza, escancarando o caráter rascista das forças opressoras do E$tado. Rascismo, provas forjadas, violência, é um retrato nítido de um paí$ que só é maravilhoso, para quem é branco e rico.

    Nesse mês de junho em que completa 4 anos da prisão de Rafael Braga acontecerá diversas atividades em todo o bra$il. A Rádio Cordel Anarquista também contribuirá para a “Campanha pela Liberdade de Rafael Braga”, e também para a luta anti-cárcere. Sendo assim a Cordel Anarquista convidou duas pessoas que constroem a luta pela liberdade de Rafael Braga para falarem sobre a campanha e também sobre toda a história que envolve o caso.

    São xs seguintes convidadxs:

    Andreza Delgado – Campanha 30 dias por Rafael Braga – SP

    Rafael Ferreira – Campanha pela Liberdade de Rafael Braga – RJ

    QUANDO: 04/06/2017 Domingo
    HORAS: 17:30 (horário de brasília)
    Se você ficou interessadx não pode deixar de ouvir e participar!

    Faça Parte da Cordel Anarquista

    Faça parte desta Rede de Comunicação Anarquista divulgando a programação para sua lista de e-mails e para toda sua rede social, e também se tiver algum contato ou conhecimento de algum Coletivo/Movimento Anarquista existente, mande um e-mail para a Cordel, contribuindo assim de forma direta na programação e no fortalecimento deste meio de comunicação. O Coletivo Cordel Anarquista está aberto à novxs integrantes, quem tiver interesse entre em contato conosco.

     

  • Baixe o aúdio “Luta Anarquista na Venezuela: Nem Chavismo e Nem Capitalismo”

    Baixe o aúdio “Luta Anarquista na Venezuela: Nem Chavismo e Nem Capitalismo”

    No dia 24 de maio a Rádio Cordel Anarquista retomando as atividades realizou sua #76 transmissão, e entrevistou o companheiro Nelson, integrante do conhecido Jornal Anarquista Venezuelano “El Libertário”.

    Nessa transmissão Nelson contou a realidade atual da Venezuela, a falta de necessidades básicas, o grande controle que o governo de Maduro tem exercido na população e também os interesses que estão por trás do chamado “Socialismo do Século XXI”.

    O Companheiro também falou um pouco do histórico do Jornal e sobre a atuação delxs em torno do anarquismo. Também foi debatido sobre as dificuldades de agir de forma coerente em uma realidade tão complexa, em que existem duas forças disputando, quem entra ou quem permanece no poder.

    Baixe esse ótimo programa e saiba o que está acontecendo na Venezuela a partir de quem vive lá, e não só isso, mas através de uma perspectiva anarquista.

    BAIXE O AÚDIO  AQUI

  • 24/05-Quarta Feira- Luta Anarquista na Venezuela – AO VIVO

    24/05-Quarta Feira- Luta Anarquista na Venezuela – AO VIVO

    Luta Anarquista na Venezuela:
    Nem Chavismo e Nem Capitalismo!!!

    AO VIVO E ONLINE NA RÁDIO CORDEL ANARQUISTA

    Após um tempo sem transmissão online a Rádio Cordel Anarquista traz um tema de extrema importância para o anarquismo latino americano.

    Sabe-se que xs anarquistas historicamente sempre foram contrárixs a qualquer tipo de governo, seja capitalista ou socialista. Já alguns anos que o povo venezuelano tem sofrido a tirania desses dois tipos de poderes. Mas e o que pensam xs anarquistas sobre tudo isso? Quais as dificuldades da luta anarquista em um contexto politico tão complexo?

    Para responder essas e outras perguntas a Rádio Cordel Anarquista convidou xs seguintes companheirxs:

    Jornal Anarquista El Libertário (Venezuela)

    Para conhecer um pouco a opinião dxs companheirxs segue o link do chamado de solidariedade que elxs fizeram: http://periodicoellibertario.blogspot.ro/2017/05/chamado-desde-venezuela-aos-anarquistas.html

    Tradução da companheirx Luz Anarquia

    QUANDO: 24/05/2017 4º feira
    HORAS: 21:10 (horário de brasília)
    Se você ficou interessadx não pode deixar de ouvir e participar!

    Faça Parte da Cordel Anarquista

    Faça parte desta Rede de Comunicação Anarquista divulgando a programação para sua lista de e-mails e para toda sua rede social, e também se tiver algum contato ou conhecimento de algum Coletivo/Movimento Anarquista existente, mande um e-mail para a Cordel, contribuindo assim de forma direta na programação e no fortalecimento deste meio de comunicação. O Coletivo Cordel Anarquista está aberto à novxs integrantes, quem tiver interesse entre em contato conosco.

     

     

     

  • A Luta Anarquista longe dos holofotes

    A Luta Anarquista longe dos holofotes

    Por Mano da Cordel Anarquista

    A Imprensa sempre teve um papel de destaque na história do Anarquismo, seja através de jornais, correspondências, rádios e até mesmo tvs. E o esforço para manter esses espaços sempre foi legitimo, autogerir nossa própria comunicação e propagandear a luta pela emancipação popular, em contraponto aos veículos de comunicação financiados por aqueles que querem que todxs nós continuemos abastecendo suas contas bancárias. Dessa forma é mais que necessário, é urgente, que fortaleçamos as já existentes e construamos ainda mais meios de comunicação anarquista e que esses se tornem referência na luta popular, não só no âmbito das classes sociais, da economia, mas de combater todos os tipos de opressões que impedem que sejamos livres.

    Mas quando falamos de bra$il, com seu território quase continental, e cuja cultura e influência politica ainda carrega o conservadorismo de nossos invasores, a comunicação anarquista também é bastante debilitada e de uma certa forma restrita, aonde observamos um grande contraste na organização anarquista, libertária e até mesmo de esquerda, que enquanto nos grandes centros urbanos há uma maior organização ou mesmo concentração dessas pessoas, já quem escolhe viver ou são obrigadas a estarem em locais mais distantes , nesse caso existe uma grande dificuldade de atuar politicamente, aonde o isolamento é algo bastante difícil de transpor, somado a isso essas pessoas também ficam invisíveis da luta anarquista no âmbito macro.

    Da mesma forma que a luta especificamente anarquista se mostra mais dispendiosa quanto mais distante dos centros urbanos você se encontra, ao mesmo tempo para aquelxs que conseguem sair desse imobilismo, bastante justificável por sinal, quando isso acontece outras vivências e possibilidades aparecem, seja da forma declaradamente anarquista, ou simplesmente através de uma palavra ou conceito universal, que é a liberdade. É em ambientes assim onde temos a possibilidade de sairmos de um pensamento ortodoxo e excludente, para valorizarmos e respeitarmos a pluralidade de pensamento, sem é claro abrir mão de princípios básicos que acreditamos.

    Quando decodificamos a linguagem que utilizamos e também a que entendemos, nesse momento abre-se um grande horizonte de possibilidades, e percebemos que a luta pela liberdade não está limitada somente aos ambientes anarquistas ou mesmo de esquerda, e que a população demonstra através de ações, muitas vezes invisibilizadas, que são contrárias ao autoritarismo e as tiranias, além disso também constroem alternativas bastante combativas e criativas.

    Quando é exposto os pontos positivos de lutar longe dos holofotes, é claro que não pode ser descartada as grandes dificuldades existentes também, no caso as diversas opressões que muitas vezes se tornam mais latentes quanto mais se afastamos dos grandes centros urbanos. Mas isso não deveria ser um empecilho para ampliarmos nosso campo de atuação, pelo contrário, mostra a urgência de somarmos nesses espaços, ainda bastante dominados pelos coronéis, pelo machismo e racismo, e assim sair da nossa zona de conforto, construindo dessa forma alternativas que abrangem a integralidade de ações que o anarquismo tanto almeja.

    É mais que necessário estabelecermos uma rede de fortalecimento entre xs individuxs e coletivxs, que tal como a Cordel Anarquista se encontram distante de seus pares, e também muito importante aumentar a relação entre xs companheirxs presentes nos grandes centros urbanos.

    Força para todxs que lutam em lugares aonde o conformismo é a regra e a resistência é a exceção!!!

    A coluna “Debates Anarquistas” tem como objetivo estimular/fortalecer/provocar o debate em torno do anarquismo fora do espaço acadêmico ou formal de educação, através de textos autorais, buscando uma linguagem inclusiva e que valorize a pluralidade do anarquismo.

    Quer publicar um texto aqui? Conheça primeiramente os Princípios da Cordel Anarquista e entre em contato conosco; cordelanarquista@riseup.net.

  • Campanha permanente de Doação de Zines Anarquistas

    Campanha permanente de Doação de Zines Anarquistas

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    A Banquinha Anarquista A Propriedade é um Roubo é um projeto organizado pela Cordel Anarquista que tem o objetivo de distribuir gratuitamente zines e materiais informativos de cunho anarquista, e a distribuição é feita de preferência em praças, deixando o mais acessível possível para a população.

    A Banquinha além de distribuir materiais também cumpre o papel de colocar o anarquismo aonde ele nunca deve sair, das ruas.

    Porque a distribuição é gratuita? 

    Porque o objetivo principal é tornar acessível os materiais anarquistas, principalmente para as pessoas que não tem contato com as ideias anarquistas, e que se vendêssemos possivelmente não teriam contato, pois só investimos naquilo que temos interesse. Distribuir gratuitamente também nos possibilita o contato direto com a população, que é importantíssimo para desconstruir preconceitos que foram construídos historicamente em torno ao anarquismo.

    Como posso contribuir para o projeto?

    A Banquinha é um espaço que valoriza a pluralidade do anarquismo, e tenta manter o mais atual possível dos debates que envolvem individuxs e coletivos anarquistas. Por isso para cumprir esse papel depende de ter disponível uma grande diversidade de materiais, e sempre atualizado.

    Para contribuir basta enviar zines ou boletins informativos em pdf para nosso email cordelanarquista@riseup.net, caso queira enviar via correio é só entrar em contato conosco que enviamos um endereço para correspondência.

    Atualmente os integrantes da Cordel estão em $ergipe, caso queria somar para organizar uma banquinha no estado fale com a gente.

    OBS: No site da Cordel tem um espaço especial para divulgar e disponibilizar Zines Anarquistas, caso alguém tenha interesse mande um email para nós.

     

    Cordel Anarquista

    Imprensa Anarquista ao Alcance de todxs!!

  • O Anarquismo não é um Estilo de Vida

    O Anarquismo não é um Estilo de Vida

    Por Mano da Cordel Anarquista

    Nesse texto irei no sentido contrário do autor Murray Bookchin quando escreveu o livro “Anarquismo Social ou Anarquismo de Estilo de Vida: um abismoimages-duckduckgo-com intransponível”, que ao se referir aos vícios do anarquismo contemporâneo deixa de criticar as diferentes vertentes do anarquismo, colocando como se o maior vilão fossem xs chamadxs anarquistas individualistas, influenciadxs por Max Stirner, Hakin Bey, Michel Foucault, enfim aqueles que todxs xs estruturalistas gostam de chamar de pós-modernos.

    Não tenho a intenção de atacar exclusivamente qualquer vertente do anarquismo, pois as críticas que serão feitas nesse texto nem aquelx que lhe escreve está isentx de recebê-las, mas ao invés de culpabilizar individuxs, coletivos, vertentes, quero confrontar com as práticas que nem mesmo xs teóricxs clássicos do anarquismo escapam.

    Quando me refiro ao Anarquismo estou me referindo a luta contra todas as formas de opressão que impedem a emancipação plena dx ser humanx e de todos os animais. Nesse sentido o anarquismo não existe de forma isolada, ele está ligado completamente a ação. Sendo assim como poderíamos considerar alguém anarquista? O debate que quero fazer é que não existe um Ser Anarquista, mas um Estar Anarquista, pois só podemos nos considerar anarquistas enquanto estamos no enfrentamento direto a todas as opressões que nos aprisionam, ou seja, não é um título que ganhamos e que podemos levá-lo tranquilamente para o resto da vida sem que necessitamos fazer qualquer esforço, e nem mesmo uma proteção que impede uma autocrítica.

    serveimageE ao contrário do que pensava Bookchin o problema do anarquismo contemporâneo e mesmo do clássico, não está no fato dxs anarquistas assumirem diversas frentes de luta, tanto da micro como da macro politica, o problema é que ainda vemos uma grande resistência ou mesmo tabu de enfrentarmos diversas opressões que nos acompanham ao longo de séculos, mas que para muitxs é um campo minado, pois esse debate nos coloca muita vezes do lado daquelxs que oprimem e não do lado confortável de quem julga a opressão alheia.

    Diferenciar a luta anarquista da influência do socialismo autoritário (ou estruturalista) também é um dos desafios que se coloca quando o assunto é o combate a todas as opressões, pois tendemos a escolher um “inimigo nº1” para enfrentar e assim todas as nossas estratégias caminharão nesse sentido, dando prioridade para algumas opressões e deixando em segundo plano outras, que além de criar uma confusão, perdendo muitas vezes o nosso horizonte politico, o que acontece é que no final chegamos sempre na mesma conclusão, a opressão não trabalhada sempre retorna, e quando retorna o resultado é a destruição ou transformação, sendo a destruição sem a transformação o mais provável de acontecer, causando o distanciamento dxs individuxs envolvidxs.

    Semelhante ao que sempre houve com xs marxistas a séculos, no Brasil está crescendo uma nova categoria de anarquistas, xs anarquistas de fim de semana, ou de academia, e isso acontece também devido ao fim de espaços/okupas anarquistas, que sempre serviram de laboratórios de desconstruções, que por conta de diversos conflitos, sendo alguns já relatados acima, perdemos não somente espaços fixos, mas estamos perdendo cada vez mais a responsabilidade do encontro, momento que pode ser extremamente importante para nos distanciarmos da nossa zona de conforto, e voltarmos a ser perigosxs.

    Finalizo/Inicio dizendo que esse texto poderia também se chamar “Manifesto paraserveimage1 que a Ação tenha mais força que os discursos”, pois além de outras coisas a critica que faço aqui é para que o anarquismo não seja mais um estilo (como tantos outros existentes) a ser utilizado ao se encontrar com xs velhxs amigxs do ativismo de tempos anteriores, mas que continue sendo o constrangimento, a intolerância, a desilusão e a destruição de todas as práticas e valores morais construídos ao longo de toda a nossa existência e que nos fazem nascer presxs mesmo sem grades e correntes.

    O Anarquismo só estará vivo enquanto houver Ações Anarquistas!!!

    A coluna “Debates Anarquistas” tem como objetivo estimular/fortalecer/provocar o debate em torno do anarquismo fora do espaço acadêmico ou formal de educação, através de textos autorais, buscando uma linguagem inclusiva e que valorize a pluralidade do anarquismo.

    Quer publicar um texto aqui? Conheça primeiramente os Princípios da Cordel Anarquista e entre em contato conosco; cordelanarquista@riseup.net.

  • Fortalecendo o Anarquismo no Nordeste, relato do Mini tour subversivo da Cordel

    Fortalecendo o Anarquismo no Nordeste, relato do Mini tour subversivo da Cordel

    preditada

    Entre os dias 19 a 28 de setembro a Cordel Anarquista viajou para Recife e Natal com o objetivo de fortalecer as movimentações anarquistas nesses territórios, dessa forma somou com individualidades e coletivos para organizar atividades de formação e propaganda anarquista.

    Nessas duas cidades a Cordel organizou a 13º e 14º Banquinha Anarquista a Propriedade é um Roubo, um projeto que tem como objetivo divulgar e distribuir gratuitamente materiais anarquistas (zines, jornais, revistas), principalmente para pessoas que não conhecem o anarquismo, a maior parte das edições desse projeto ocorreram em $alvador/Ba entre os anos 2013 e 2014, mas que a Cordel a partir de 2015 começou a fazer de forma itinerante.

    Juntamente com a Banquinha também houve o Lançamento dos Zines Cordel Anarquista e Bruxas Anarkas (disponível para baixar aqui) acompanhado de uma roda de conversa sobre as temáticas dos zines.

    Outra atividade que foi feita nesses lugares devido ao contexto politico que estamos vivendo foi o Lambe e a panfletagem do “Voto Nulo ou Não Vote – Organize-se e Lute” (baixe esse material aqui).

    Nessas duas cidades fomos bem acolhidxs, em recife pelo coletivo dhuzati e em natal por outrxs compas anarquistas que temos bastante carinho e pudemos fortalecer-se mutuamente, nutrindo relações que vão muito além do capital, mas de solidariedade e luta.

    Recife: Sarau do Bosque edições Histéricas

    Contextualizando: O sarau do bosque já existe alguns anos na ufrpe, onde é organizado em sua maioria por homens e que em suas poesias objetificam as mulheres, reforçando opressões que combatemos ferozmente em nosso cotidiano, sendo assim, as monas, as manas e as minas de recife, tomaram de assalto o evento e o espaço do sarau, construindo assim a edição Histéricas.

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    Esse evento teve os seguintes objetivos: escrachar os machos, denunciar a perseguição da universidade com xs trabalhadorxs ambulantes e a população pobre que mora entorno da universidade e somar força.

    No sarau rolou debates, oficinas de zine e serigrafia, apresentação de dança afro, brechó, pirofagia, intervenções teatrais, banquinha anarquista e poesias disparadoras de gritos, de desabafos, e de liberdade.

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    A Cordel Anarquista esteve presente no evento organizando duas atividades, a 13ª Banquinha Anarquista: A propriedade é um Roubo juntamente com o lançamento dos zines Cordel Anarquista e Bruxas Anarkas, e também com uma roda de conversa sobre as temáticas dos zines.

    Mesmo não estando em um evento anarquista percebemos que as pessoas que estiveram presente tanto na banquinha e na roda de conversa demonstraram uma curiosidade sobre os temas, foi interessante porque acabou sendo um espaço de propagação de ideias, reflexões e vivências anarkas.img_4836

    O que mais marcou esse sarau do bosque edição histéricas, foi o posicionamento e ação racha macho, a cada início e fechamento das oficinas/debates, se liam (as vezes em jogral) o porque daquele evento e a lista dos machos que não eram bem vindos, e o ato de gritar os nomes desses machos em grupo, com pessoas dissidentes, acredito que marcou muita gente.

    Nós da cordel também fechamos com a organização, ou seja, que macho nenhum daquela lista iriam participar de qualquer evento do sarau, então também não poderiam pegar nenhum material em nossa banca, caso eles tivessem a ousadia de colar nas atividades do sarau.

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    Recife: Cine Rua Escura, pelo Coletivo Periféricas

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    No sarau do bosque também tivemos o prazer de conhecer algumas mulheres do img_4896coletivo periféricas (um coletivo formado por mulheres negras, da periferia de recife, do bairro Ibura r11), e que no sarau facilitaram uma roda de conversa sobre a hiperssexualização da mulher na literatura, como também uma apresentação de dança afro de uma pré-adolescente empoderadíssima. No sarau elas fizeram um convite para o evento que elas estavam organizando em sua comunidade (Cine Rua Escura).

    Fomos para esse evento em seis pessoas, somar nessa luta feita por feministas negras, periféricas e com um posicionamento bem crítico em relação a partido. img_4893Como já tínhamos como ação política fazer a divulgação do “vote nulo ou não vote”, por meio do lambe, apresentamos esse material para o coletivo para saber se elas concordavam em fazer os lambes, aquela velha história de saber entrar e sair dos lugares que podemos e desejamos construir algo. Não só aceitaram como também fez daquela proposta de ação tornar parte do evento, isso nos gerou muita animação, em perceber a abertura delas por ideias anarkas. A reflexão que fizemos foi de que não devemos ter medo de propor uma proposta anarka em qualquer lugar que nossos pés pisam.

    Desejamos vida longa ao coletivo periféricas!!!

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    Natal: Feirinha de Materiais Anarquistas

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    No dia 26 de agosto Rolou a Feirinha de Materiais Anarquistas em Natal/RN e iniciou no final de tarde em uma praça bem conhecida a Praça Vermelha, foi umaimg_4913parceria entre a Cordel Anarquista e individualidades anarquistas que tem organizado outras atividades durantes os últimos anos em Natal (Rupturas Libertárias, Mostra de Filmes Punks e Anarquistas, etc).

    No evento rolou escambo de Materiais (zines, livros e vinis), atividade prática com as crianças (oficina de massinha com farinha de trigo) , Rango Vegano, lançamento e roda de conversa sobre os zines Cordel Anarquista e Bruxas Anarkas, img_4926além da 14º Banquinha Anarquista – A Propriedade é um Roubo. Antes da Feirinha fizemos uma pequena panfletagem no centro da cidade do Vote Nulo ou Não Vote, e percebemos que se houvesse maior debate sobre o boicote as eleições teria uma adesão gigante. Durante a semana também colamos lambes no centro da cidade em companhia de um compa de Natal.

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    Foi muito bom reencontrar companheirxs de luta que mesmo com todas as dificuldades da nossa cena ainda continuam fortalecendo a luta Acrata, e também conhecer pessoas novas que faz com que nossa esperança esteja sempre viva.

     

     

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    Obstáculos a serem ultrapassados

    Em anos anteriores a Cordel já havia participado de atividades nessas duas cidades (2013- Feira Libertária – Recife/PE, 2013/2014/2015 -Rupturas Libertárias – Natal/RN), e o que avaliamos é que nesses últimos anos principalmente apósimages-duckduckgo-com diversos casos de machismo dentro de coletivos e entre individualidades anarquistas, percebemos que está havendo um afastamento das pessoas não só da cena, mas do anarquismo, associando o machismo a ideologia anarquista, e essa realidade não é somente em Recife e Natal, mas está acontecendo em diversos lugares. O maior empoderamento das mulheres e o enfrentamento ao machismo que deveria ser cada vez mais fortalecido em nossa cena, tem sofrido uma grande resistência por parte daquelxs que são o foco das críticas, os homens, e essa falta de auto critica tem afastado de nosso movimento todxs que são xs que mais sofrem com o machismo, as mulheres, pessoas trans, gays, queer e outros corpos não normativos. É necessário que todxs nós ampliemos esse debate/desconstrução não somente para as reuniões e assembleias mas para o nosso cotidiano, e tal como o capitalismo e o Estado que o machismo também seja repudiado em nossos discursos e práticas.

     

    Seguimos construindo e fortalecendo redes Anarquicas!!!

     

     

  • [Aracaju/se] Relato do Laricaço na ocupação A Casinha

    [Aracaju/se] Relato do Laricaço na ocupação A Casinha

    1473018297927Ontem foi o dia da Cordel Anarquista fortalecer a Ocupação A Casinha, somar forças xs compas que saíram da comodidade da1473018197283 vida individualista e consumista para uma vida coletiva, foi um dia de ver de perto um espaço que provoca a criatividade, que podem sim romper com a normatividade e construir relações horizontais em busca da autogestão de nossas vidas. 

    A vida institucionalizada nos tira tudo que nos gera autonomia, nos arrancam: o saber fazer de maneira coletiva, o saber distinguir individualidade de individualismo, o saber nos curar através da natureza, o saber gerir nossa própria educação, o saber cultivar nosso próprio alimento, o saber fazer política permeada de afetos e cuidados…Mas ontem no laricaço a ideia foi outra.

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    A comunidade se fez presente, bebês,crianças, jovens, adultxs e idosxs…se misturando com xs moradorxs da Casinha e com xs visitantes. 

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    Iniciou as atividades da1473007795204 Casinha com grafites nos muros da ocupação, dando mais vida ao espaço. Teve um rango vegano (todo feito de recicle), que por sinal estava maravilhoso, que ficou a disposição para se servirem livremente. Depois rolou uma roda de conversa, sobre “Ocupação de espaços urbanos”, com a participação de vários coletivos, ficando a Cordel Anarquista juntamente com a Dhuzati IMG_4960Coletiva Vegetariana Artesanal, responsáveis em facilitar odebate sobre “Ações em rede e autonomia de gestão e produção de espaços coletivos e colaborativos”. Paralelamente houve uma oficina de malabares (confecção e manuseio de swings) para as crianças, preocupação está importantíssima para a desconstrução do mundo adultocêntrico, comotambém para integração das crianças no projeto da ocupação. E por último rolou som, poesia e microfone aberto.

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    Enfim foi um momento de muita troca de experiências, de sonhos. Ocupar um espaço pressupõem conflitos na esfera macro (Estado, capitalismo, partidos), mas o que faz muitIMG_4968as vezes conseguir enfrentar esses conflitos é a forma como é encarado os desafios postos na esfera micro (autoritarismo, hierarquia, machismos, transfobia, racismo e outras opressões do cotidiano). Muitos são os desafios, mas onte m foi um dia que tivemos contato com pessoas que estão na disposição de ultrapassar barreiras e enquanto houver autonomia e autogestão a Cordel Anarquista estará lá para somar.

    VIDA LONGA A OCUPAÇÃO A CASINHA!!!

  • [Aracaju/Se] Laricaço Solidário + Sarau Na Casinha – Ocupação-Resistência E Residência

    [Aracaju/Se] Laricaço Solidário + Sarau Na Casinha – Ocupação-Resistência E Residência a Cordel Anarquista estará somando na mesa sobre políticas de ocupação, quem estiver em Aracaju é só colar, é nesse domingo dia 04/09 a partir das 16:20.laricaço

    Link do evento no fachobook: https://www.facebook.com/events/1066637603450797/